Fênix – Hirasawa Riku

Renascer das dores como a Fênix renasce das cinzas
Renascer das dores como a Fênix renasce das cinzas

Vejo-me sozinho
Só, beijando o vão
Olhando este moinho
Eles voltarão

Eu sem esperança
Estou sem ter ação
Minha vista se cansa
Eles voltarão

Eu me contradigo
Dizendo-me “não”
Tenho um forte abrigo
Eles voltarão

Se esvaíram depressa
Assim haviam chegado
Não há algo que me impeça
De regar esse arado

Sei que eles vão voltar
Talvez nem tenham saído
Se necessito de ar
Eu que não busque o atrito

Esses meus doces sonhos
Que sonhei por você
Em ordem certa eu ponho
Tão leve degradê

Sinto muito por tudo
Ó, mi doce consciência
Pois há tempos que fujo
Não te peço que cresça

Vou me recuperando
De um duro e caro golpe
Um golpe tom soprano
Um golpe já sem morte

A Fênix é o modelo
Tu, coração, palpitas
E hoje eu quero vê-lo
A renascer das cinzas

————————————————————————————————————————————-

O fim nada mais é do que um novo recomeço.

Aproveito esse post para convidá-los a visitar o meu novo blog: Lágrimas da Phoenix. Nome conveniente, não? Hehe. Eu juro que não foi programado combinar o nome do blog com a poesia de hoje, mas já que aconteceu, vamos sorrir e finigir que foi um bom trocadilho XD~

Fênix – Hirasawa Riku

Relógio Analógico de Bolso – Hirasawa Riku

Pulsar suave, constante e inabalável
Pulsar suave, constante e inabalável

Barulho pendular
Movimento em círculo
Constante com meu mar
Com tudo tem um vínculo

Corre lentamente
Anda muito rápido
Pára de repente
Num momento sádico

Existe e não existe
Existência crítica
Numa constante otite
Existência límpida

Inútil importante
Fundamento básico
Por onde quer que ande
Pode-se ser ácido

————————————————————————————————————————————————-

O tempo é inocente diante de nossas faltas.

Relógio Analógico de Bolso – Hirasawa Riku