Prantos Gélidos – Hirasawa Riku

Buscai a luz
Buscai a luz

Sinto meu peito apertado
Inquieto quero parar
Mas algo que me impulsiona
Já desfigura meu mar

Vejo tudo sem enxergar
Cheiro tudo sem nariz
Respiro sem nem ter ar
Sinto aquela cicatriz

Esse meu peito inflamado
Congela em poucos segundos
É como um dragão alado
Se mostrando moribundo

Os meus olhos latejantes
Vão sorrindo em prantos gélidos
Pois já não são em contos épicos
Que estão vivendo os gigantes

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Se não soubermos identificar os verdadeiros gigantes, seremos como um dragão moribundo…

Prantos Gélidos – Hirasawa Riku

Saudades de um Finado – Hirasawa Riku

 

Não dê valor a alguém só quando a perder!
Não dê valor a alguém só quando a perder!
O palpitar dessa voz
O silêncio do escritor
O barulho do relógio
Hoje fala o professor
Ensinando uma lição
Que propriamente não ouvi
Eu não prestava atenção
Estava longe dali
O barulho do relógio
Muito se multiplicou
E aquele curto momento
Nunca, nunca retornou
Sinto falta das palavras
Da bronca que ele me deu
Me disseram, mas não ouvi:
“Não dá valor ao que tem,
Dá valor ao que perdeu!”
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As pessoas que passam por nossas vidas são todas, sem exceção, especiais de alguma forma: valorize! Nós não sabemos quanto tempo nos resta!
Saudades de um Finado – Hirasawa Riku